Léon Denis afirmou: “A mulher respeitada, honrada, de entendimento esclarecido, é que faz a família forte e a sociedade grande, moral, unida!” Na Bíblia, a mulher muitas vezes aparece em posição de inferioridade em relação ao homem, reflexo da sociedade machista da época e não da vontade divina.
Allan Kardec, em “A Gênese”, explica que a revelação divina é a eterna verdade, imune a erros e modificações. Já as leis mosaicas são vistas como obras pessoais e políticas do legislador hebreu. No Antigo Testamento, a mulher é retratada como inexpressiva, reflexo cultural do período. Kardec observou que o caráter de uma nação se reflete em suas leis. Pepe Rodríguez, em “Mentiras Fundamentais da Igreja Católica”, aponta que a Bíblia menciona 2830 nomes masculinos e apenas 170 femininos. No Novo Testamento, a proporção de nomes femininos aumenta, mas ainda é baixa.
Pesquisando a Bíblia sem dogmas, revela-se um machismo acentuado. Apesar disso, muitas mulheres se apegam ao livro sem perceber que ele justifica a submissão feminina.
Reflexões: a) Quem foi criado primeiro, o homem ou a mulher? b) A mulher criada da costela do homem sugere inferioridade? c) Quem é culpado pelo pecado original, o homem ou a mulher? d) As genealogias bíblicas são baseadas em homens ou mulheres? e) A maioria dos personagens bíblicos destacados são homens ou mulheres? f) Nos Evangelhos, há alguma mulher entre os discípulos de Jesus?
Esses exemplos mostram como o machismo está presente nos textos bíblicos.
Boa leitura!