Espírito de Verdade, quem seria ele?

“Cada um é livre para encarar as coisas à sua maneira, e nós, que reclamamos essa liberdade para nós, não podemos recusá-la aos outros. Mas, do fato de que uma opinião seja livre, não se segue que não se possa discuti-la, examinar-lhe o forte e o fraco, pesar-lhe as vantagens ou os inconvenientes”. (ALLAN KARDEC, Revista Espírita 1866)
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Em tempos de informações distorcidas e interpretações apressadas sobre a Doutrina Espírita, esta obra surge como um convite ao retorno seguro às bases kardequianas, guiado pela lógica, pela razão e pelo bom-senso. Em meio a equívocos amplamente difundidos nas redes sociais, o autor conduz o leitor por uma investigação criteriosa, fundamentada nas obras da Codificação Espírita e em respeitáveis referências complementares.

Com rigor analítico e sólida pesquisa bibliográfica, o livro desconstrói generalizações e crenças equivocadas sobre os fenômenos mediúnicos, demonstrando que a comunicação entre os mundos espiritual e material não obedece a fórmulas simples ou absolutas. A partir do estudo profundo de obras como O Livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno, A Gênese e a Revista Espírita, o leitor é estimulado a desenvolver o verdadeiro método espírita: pensar, refletir, raciocinar e deduzir.

A obra também dialoga com autores não espíritas que corroboram, por vias distintas, princípios fundamentais do Espiritismo, ampliando horizontes e fortalecendo a visão crítica. Longe de propor “atualizações doutrinárias”, o livro resgata a essência do pensamento de Allan Kardec, oferecendo ao leitor um caminho seguro entre o estudo sério e a fé raciocinada.

Se você busca compreender o Espiritismo sem dogmas, sem misticismos vazios e sem achismos, esta leitura é para você. Mergulhe neste estudo, questione, aprofunde-se e fortaleça sua caminhada no conhecimento espírita.

Boa leitura!

Uma resposta

  1. CITAÇÃO:
    ~ ” O autor conduz o leitor por uma investigação minuciosa, fundamentada nas obras da Codificação Espírita e em referências complementares idôneas.”
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    Eu concordo – 100%
    ~ Muitas vezes me frustra… o fato de que a maioria dos ‘espíritas’ não analisa criticamente os ‘textos ou obras’ que lhes são apresentados.
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    E no processo — aparentemente inquestionáveis ​​— da Reencarnação.
    — De fato, questiono isso em todos os aspectos quando algum ‘espírita’ anuncia algo como:
    — Chico Xavier ‘foi’… (em uma vida passada) Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) — OU — que seu ‘mentor/guia’, Emmanuel**, foi tal figura ‘histórica’ (do passado). Baseiam-se em meras inferências sobre essa possibilidade, mas sem fatos reais, substanciais ou cientificamente comprováveis ​​que corroborem qualquer coisa.
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    Na ausência de qualquer prova real e recorrente, ou de o próprio INDIVÍDUO reencarnado lembrar-se ou afirmar categoricamente quem foi… como no caso dos antigos levitas judeus que notaram a semelhança comportamental entre seu profeta Elias e aquele que se acreditava ser João Batista — eles o abordaram e perguntaram: ~ “Você é Elias, aquele que havia de vir?”
    (referindo-se ao precursor cujo retorno era um pré-requisito para a vinda do Messias).
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    — No entanto, ele (João) negou qualquer conhecimento ou conexão com o fato de ‘ter sido’ Elias reencarnado.
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    ~ Sendo a reencarnação um aspecto integral/central ou a ‘Pedra Angular’ do Espiritismo… muitas vezes eu chego às seguintes conclusões:
    Que a reencarnação, como método ou processo, deve ser negada ou vista com ceticismo quanto à sua realidade até que…
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    1/ A ciência, de modo geral, seja capaz de criar métodos para comprovar e identificar os vínculos entre as vidas passada e presente de um indivíduo.
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    2/ As religiões, em geral, teriam então de incorporar esses postulados e provas científicas aos seus dogmas e adotar a reencarnação.
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    ~ Talvez, o inferno… congelaria antes disso?
    — Essa seria a minha expectativa em relação a qualquer um dos dois pontos serao levantados.
    — Se isso não pode ser comprovado cientificamente nem aceitado religioso… deve ser por que, NINGUÉM em geral, se lembra de nada substancial sobre suas vidas passadas, então não vale a pena considerar quaisquer benefícios de uma “evolução consciente”.
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    **Emmanuel — e sua reencarnação.
    ~ Chico Xavier afirmou, antes de sua morte em 2002, que esteve “presente” — por meio de uma experiência fora do corpo — no renascimento de seu mentor (guia espiritual), Emmanuel, que reencarnara no final de 1999 e nascera no interior do estado de São Paulo.
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    ~ Até o momento, ninguém se apresentou declarando ser Emmanuel reencarnado. Tudo o que envolve esse evento permanece oculto.
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    No entanto, suspeito que o editor de livros e amigo de longa data de Chico, Geraldo Lemos Neto, esteja ocultando os fatos — isto é, protegendo o indivíduo que ele sabe ser Emmanuel reencarnado.
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    Suspeito que esse indivíduo seja ninguém menos que João Pedro Prado… nascido em um contexto protestante e que ganhou destaque no Espiritismo brasileiro sob a influência de Geraldo Lemos Neto.
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    A questão é:
    ~ Por que o Espiritismo não iria querer PROVAR esse postulado central (a pedra angular) de sua doutrina?
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    Agradeço o tempo dedicado à leitura desta perspectiva.
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    Como Mark Twain disse certa vez:
    ~ “Eu não temia a morte. Eu estive morto por bilhões e bilhões de anos antes de nascer e não sofri o menor inconveniente com isso.”

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