Para entender o Espiritismo, é necessário estudo aprofundado e abandono de preconceitos. Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns”, observa que para discutir algo, é preciso conhecê-lo profundamente. Só assim, a crítica tem valor. O Espiritismo considera crítico sério aquele que estudou e aprofundou o tema com paciência e perseverança, tendo um conhecimento tão vasto quanto os adeptos mais esclarecidos.
Estudar o Espiritismo como ciências ordinárias é impossível, pois lida com inteligências livres, não sujeitas a caprichos humanos. Fenômenos mediúnicos podem ser imprevisíveis, requerendo médiuns com faculdades especiais. Allan Kardec alerta sobre críticos que não estudam profundamente o Espiritismo, usando argumentos falaciosos. A crítica de que tudo é falso não se sustenta, pois: “Se o Espiritismo é uma falsidade, cairá por si mesmo; se é uma verdade, não há diatribe que possa fazê-lo mentira”.
Os fenômenos mediúnicos são confirmados por pesquisadores sérios, apesar das tentativas de desmoralização. A Doutrina Espírita combate a incredulidade, oferecendo provas da existência da alma e da vida futura. O Espiritismo não impõe convicções, respeitando a liberdade de consciência.
Boa leitura!